CNEN é condenada a fornecer Ocrelizumabe para tratamento de esclerose múltipla
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Artigos e análises sobre medicamentos de alto custo — oncológicos, imunobiológicos, medicamentos para doenças raras, tratamentos fora do rol da ANS, remédios importados sem registro e jurisprudência sobre cobertura obrigatória pelos planos de saúde e SUS.
Esta seção reúne conteúdo especializado sobre medicamentos de alto custo negados por operadoras de plano de saúde e pelo SUS — oncológicos, tratamentos para doenças autoimunes, esclerose múltipla, doença de Crohn, colite, asma grave, alergias complexas, dermatologia especializada, medicamentos importados sem registro na Anvisa e demais tratamentos com custo elevado.
O conteúdo é informativo. A obrigação de cobertura depende de prescrição médica, documentação específica, contrato do plano e jurisprudência atualizada — inclusive ADI 7.265 do STF (taxatividade do rol da ANS mitigada). Para avaliar um caso, consulta com advogado.
Plano de saúde negou seu medicamento? →Seleção de decisões judiciais comentadas pelo escritório referentes a esta categoria.
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⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5Em uma decisão recente em que o plano de saúde nega Ocrevus para esclerose múltipla, um tribunal...
⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5O caso do Ofev negado pela Unimed Paraná ganhou destaque após o Tribunal de Justiça do Estado...
⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5A recente decisão judicial contra a Amil reforça a importância da defesa dos direitos dos beneficiários de...
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⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5 Índice Toggle Negativa de cobertura de capecitabina metronômica e a resposta judicial Impacto da negativa de...
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⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5A negativa de cobertura de medicamentos essenciais por planos de saúde é uma realidade que afeta muitos...
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⚖ Decisão favorávelInício » Remédio » Página 5 Índice Toggle A negativa de Xalkori® (Crizotinibe) e os efeitos na saúde do paciente A decisão...
Plano negou o Kymriah (tisagenlecleucel) — terapia CAR-T — para leucemia linfoblástica aguda pediátrica ou linfoma difuso de células B grandes? Veja...
Plano de saúdePlano negou o Pulmozyme (alfadornase) inalado para fibrose cística? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano negou o Lemtrada (alemtuzumabe) para esclerose múltipla? Veja o regime único, preço e como buscar.
Plano negou Mevatyl (nabiximois — CBD + THC) na espasticidade refratária da esclerose múltipla? Veja indicação, dose, e como pleitear pelo direito.
Plano de saúdePlano negou o Erbitux (cetuximabe) para câncer colorretal metastático RAS-WT ou câncer de cabeça e pescoço? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano negou o Firazyr (icatibanto) para crises de angioedema hereditário? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano de saúdeHavendo recomendação médica, a cobertura do Oncotype DX® pelo plano de saúde é um direito do paciente.
Plano negou o Simponi (golimumabe) para artrite reumatoide, espondilite ou retocolite? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano negou o Blincyto (blinatumomabe) para leucemia linfoblástica aguda (LLA)? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano negou Tykerb (lapatinibe) para câncer de mama HER2 positivo? Veja preço, cobertura legal e como buscar o tratamento.
Plano negou o Iclusig (ponatinibe) para leucemia mieloide crônica resistente ou mutação T315I? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano de saúdePlano negou o Tabrecta (capmatinibe) para câncer de pulmão com mutação MET exon 14? Veja preço, biomarcador e como agir.
Plano negou o Velcade (bortezomibe) para mieloma múltiplo, linfoma do manto ou amiloidose? Veja preço, cobertura e como agir.
Plano negou Replagal (agalsidase alfa) para doença de Fabry? Entenda a terapia de reposição enzimática, preço, cobertura e como agir.
Plano negou Taxotere (docetaxel) em mama, próstata mHSPC/mCRPC, NSCLC ou outros? Veja par contraponto do paclitaxel, indicações e como pleitear.
Plano negou o Kyprolis (carfilzomibe) para mieloma múltiplo recidivado? Veja preço, esquema e como agir.
Pacientes que precisam de medicamentos de alto custo frequentemente enfrentam negativas das operadoras, com argumento do rol taxativo da ANS. A jurisprudência mudou significativamente com a ADI 7.265/STF. Esta biblioteca reúne análises e precedentes atualizados sobre o tema.
Conheça o escritório →A ADI 7.265/STF (2025) mitigou a taxatividade do rol da ANS. Em regra, a negativa pode ser questionada quando há prescrição médica justificada, eficácia comprovada e ausência de alternativa terapêutica. Cada situação precisa de análise.
Casos específicos — doenças raras, ensaios clínicos — têm jurisprudência permitindo cobertura judicial. O STF e STJ têm decisões sobre o tema, especialmente para medicamentos com registro em órgãos internacionais equivalentes.
Tutelas de urgência costumam ser apreciadas em dias (especialmente em oncológicos e doenças graves). Sentenças de mérito levam mais tempo. Documentação médica robusta acelera a análise.
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