Caiu em um golpe? Entenda seus direitos
O verificador acima analisa a sua situação em poucos minutos — os detalhes chegam à nossa equipe, que responde pelo WhatsApp ou e-mail, normalmente no mesmo dia útil. Abaixo, o que fazer nas primeiras horas e quando o banco responde.
01 · Situações
Golpes que analisamos com frequência
02 · Primeiras horas
O que fazer imediatamente
- Avise o banco e conteste as operações — anote os protocolos;
- No Pix, peça o acionamento do MED (Mecanismo Especial de Devolução do Banco Central) — quanto mais rápido, maior a chance de bloquear o dinheiro;
- Registre boletim de ocorrência (pode ser online);
- Guarde prints, comprovantes e extratos;
- Consulte o Registrato do Banco Central — veja se abriram contas ou empréstimos no seu nome.
03 · Responsabilidade
Quando o banco responde pelo prejuízo
Súmula 479 · STJ
Instituições respondem por fraudes de terceiros dentro das operações bancárias
É o chamado risco da atividade. Na prática, a Justiça examina se o banco facilitou o golpe ou falhou na segurança — cada caso depende das provas.
Sinais que pesam: transações fora do padrão do cliente, valores altos em sequência, empréstimo aprovado na hora do golpe, falha em bloquear após o alerta. Se a dívida ainda negativou seu nome, veja o guia de negativação indevida.
04 · Prazos
Até quando dá pra agir
Em relações de consumo, a regra geral é de até 5 anos para pedir reparação (art. 27 do CDC). Golpes recentes têm mais chance de recuperação — mas casos antigos ainda podem ser analisados.
05 · Documentos
O que acelera a análise
- Boletim de ocorrência;
- Extratos com as operações contestadas;
- Protocolos de contestação no banco (e a resposta, se houve);
- Prints de conversas, e-mails ou ligações do golpista;
- Contrato do empréstimo não reconhecido, se for o caso.
06 · Dúvidas
Perguntas frequentes
A análise tem custo?
Não. A análise inicial é feita pela nossa equipe sem custo e sem compromisso.
O banco negou o reembolso. Acabou?
Não. A negativa administrativa é comum e não encerra o assunto — boa parte dos casos que a Justiça analisa envolve situações que o banco havia negado.
Dinheiro de Pix tem volta?
Pode ter. Além do MED do Banco Central (mais eficaz nas primeiras horas), a via judicial é possível quando há falha de segurança — depende das provas e do caso.
Fui coagido a transferir (sequestro relâmpago). Muda algo?
Sim — a jurisprudência trata com mais rigor a responsabilidade quando as operações fogem completamente do padrão do cliente. Leve o BO e os extratos.
Onde encontro mais orientações?
R
Conteúdo do Rosenbaum Advogados, revisado por Léo Rosenbaum (OAB/SP 176.029). As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a análise individual do caso.