Léo Rosenbaum, advogado, OAB/SP 176.029

Quem analisa seu caso

Léo Rosenbaum — OAB/SP 176.029 · 20 anos de advocacia na defesa do consumidor. Cada verificação recebe análise individual da equipe — sem promessa de resultado.

Caiu no golpe? O que fazer explicado logo abaixoPrimeiras horas, quando o banco responde, prazos e documentosVer abaixo

Caiu em um golpe? Entenda seus direitos

O verificador acima analisa a sua situação em poucos minutos — os detalhes chegam à nossa equipe, que responde pelo WhatsApp ou e-mail, normalmente no mesmo dia útil. Abaixo, o que fazer nas primeiras horas e quando o banco responde.

01 · Situações

Golpes que analisamos com frequência

02 · Primeiras horas

O que fazer imediatamente

03 · Responsabilidade

Quando o banco responde pelo prejuízo

Súmula 479 · STJ

Instituições respondem por fraudes de terceiros dentro das operações bancárias

É o chamado risco da atividade. Na prática, a Justiça examina se o banco facilitou o golpe ou falhou na segurança — cada caso depende das provas.

Sinais que pesam: transações fora do padrão do cliente, valores altos em sequência, empréstimo aprovado na hora do golpe, falha em bloquear após o alerta. Se a dívida ainda negativou seu nome, veja o guia de negativação indevida.

04 · Prazos

Até quando dá pra agir

Em relações de consumo, a regra geral é de até 5 anos para pedir reparação (art. 27 do CDC). Golpes recentes têm mais chance de recuperação — mas casos antigos ainda podem ser analisados.

05 · Documentos

O que acelera a análise

06 · Dúvidas

Perguntas frequentes

A análise tem custo?
Não. A análise inicial é feita pela nossa equipe sem custo e sem compromisso.
O banco negou o reembolso. Acabou?
Não. A negativa administrativa é comum e não encerra o assunto — boa parte dos casos que a Justiça analisa envolve situações que o banco havia negado.
Dinheiro de Pix tem volta?
Pode ter. Além do MED do Banco Central (mais eficaz nas primeiras horas), a via judicial é possível quando há falha de segurança — depende das provas e do caso.
Fui coagido a transferir (sequestro relâmpago). Muda algo?
Sim — a jurisprudência trata com mais rigor a responsabilidade quando as operações fogem completamente do padrão do cliente. Leve o BO e os extratos.
Onde encontro mais orientações?
No hub de golpes digitais e financeiros, com guias por tipo de golpe.
Verificar meu caso agora ↑Análise inicial sem custo e sem compromisso
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Conteúdo do Rosenbaum Advogados, revisado por Léo Rosenbaum (OAB/SP 176.029). As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a análise individual do caso.